BRASIL, Nordeste, SALVADOR, BROTAS, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, Twi
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- Então doutor, como eu vinha dizendo, eu tenho uma rotina normal, a maioria das coisas ocorre bem, mas eu tenho um problema...
- Qual o problema?
- Eu sofro de promiscuidade literária. Eu tento me fixar numa musa só, mas não consigo.
- Explique melhor...
- É assim, as mulheres tem uma tendência de natural de arrancar-me poemas. Toda mulher bonita que vejo, ou que passa por minha vida, eu dedico um poema. Teve a Carol, Briza, Ísis, Gisele, Renata... Até mulheres que não sei o nome. Outro dia, doutor, o senhor não tem noção... Eu vi uma morena... Nossa, que morena! Me rendeu uns quatro poemas...
- Interessante... E como você se sente quando escreve esses poemas?
- Bom... Eu começo suavemente, só com as idéias. Depois eu vou despindo as idéias de todo pudor imaginável. Aí a coisa vai ficando quente, acelerando. E o ritmo vai subindo, subindo até que “bum”! Há uma explosão! Depois disso eu relaxo... Curto o momento...
- Explosão?
-É, doutor, explosão sabe... Eufemismo para orgasmo poético.
- Orgasmo poético?
- É... Orgasmo poético, clímax lírico, gozo literário. Enfim, é o momento máximo, quando alcanço o auge da delícia que é escrever um poema e aquilo sai com toda beleza e potência que o ser pode suportar. Nossa! O senhor não tem noção do quando é extasiante a sensação... Mas, ainda assim, há um grande problema nisso tudo.
- Qual é?
- Minha promiscuidade literária é tão aguda, que às vezes, ela me leva a prostituição...
- Como assim?
- Eu sou capaz de escrever por dinheiro...
Juliano Leví ( satisfeito com o novo layout e satisfeito com a habilidade de fazer metáforas)
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Finalmente, com layout personalizado!
Faz tempo que tento colocar esse layout, mas não queria fazer nada "meia boca"
e se eu fosse postar do jeito que estava ia ficar ruim.
Agradeço a meu amigo vanderson que cuidou direitinho da programação, parte que principalmente em blogs é bem chatinha.
Tentei fazer um layout bem simples, sério e bonito. De fácil leitura, sem que canse os nossos olhos.
Bom, é isso! Espero que gostem!
Desculpe-me se fui um idiota,
Se agi demasiadamente grosseiro, ou pretensioso.
Se fui bobo demais, ou sério de menos.
Se agi assim, perdoe-me eu juro que estava fora de mim.
Coisa essa que frequentemente me acontece, seja por opressão ou por afirmação.
À s vezes ajo com as atitudes que mais abomino, e depois, sinto raiva de mim.
Mas toco a vida pra frente, como se nada tivesse acontecido e como se eu continuasse sendo o eu que eu gostaria – Por mais que eu saiba que não é uma verdade completa.
À s vezes critico muito. Mas ajo inferiormente ao criticado (me desculpe), sei que não sou tudo que digo, mas tento ser.
E se alguém souber como, exatamente, agir de acordo com o que queremos ser, me avise. Ainda não achei resposta.
Sei como agir, só não sei como por onde começo, por onde me mantenho, e por onde termino.
Desculpe-me se fui confuso.
Mas confusão maior mora em minha mente, quando percebo que a vida me leva e eu não consigo levar... a vida. Apesar de algumas vezes eu tomar a dianteira, e guiar ela no rumo certo (o que quero), perco energia, perco foco, perco... Tudo.
Desculpe-me por não ser eu como eu gostaria de ser.
Quem sabe um dia, eu descubra a fórmula, e divida com você.
Ou ainda, aprenda, com você.
Davi Camelier
3 de maio de 2009
01:10 da madrugada.
Veneno
Você me intoxica, Prejudica meus sentidos,
Acelera meus batimentos,
Me paralisa completamente.
Escrevo por você,
Para te exorcizar dos meus pensamentos,
Para expulsar do meu organismo,
As chagas desse sentimento
E dói,
Arde nas entranhas do corpo e da alma,
Isso por que amo demais,
E não quero mais tanto querer.
Não posso sumir,
Nem pedir que você suma.
Na minha mente você está,
No meu coração você é.
Na minha cama provei,
Os mais diversos antídotos,
Queria mesmo uma dose,
Do meu veneno favorito.
Juliano Leví 04/05/2009 ( primeiro poema que publico no blog ^^. comentem )